sábado, 14 de fevereiro de 2009

Faça o que tu queres... a de ser tudo da lei

Conta a história que um casal tomava café da manhã no dia de suas bodas de prata.
A mulher passou a manteiga na casca do pão e o entregou para o marido, ficando com o miolo.
Ela pensou: "Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais o meu marido e, por vinte e cinco anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida".
Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse:- Muito obrigado por este presente, meu amor.
Durante vinte e cinco anos, sempre desejei comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, jamais ousei pedir!
Moral da história:- Você precisa dizer claramente o que deseja, não espere que o outro adivinhe...
Você pode pensar que está fazendo o melhor para o outro, mas o outro pode estar esperando outra coisa de você...
Deixe-o falar e quando você não entender, não queira traduzir da sua maneira, peça que ele explique melhor.
Essa história pode ser aplicada não só para casais, mas também para pais e filhos, amigos e até mesmo no trabalho.


Fonte: http://messiasindeciso.blogspot.com/


Nós professor precisamos saber claramente o que nos realmente queremos, primeiro conosco mesmo, com outro, digamos, alunos, a escola e a comunidade também. O problema está no seguinte: “Ninguém mais é claro nos dias de hoje, tudo subentende-se..”

É necessário adivinhar as intenções do outro, mas não somos mágicos.

E esse é um dos motivos que a nossa educação anda para trás, falta de clareza ...

Quando comecei a dar aula, a diretora da escola dizia: “lá vem a perguntadora?”.

E em outra escola os professores me aconselharam a não fazer perguntas, “aquilo que você não sabe, não pergunte”. Porque se você fizer uma pergunta “ridícula “, vão pegar no seu pé o ano todo, “você tem que fazer de conta que sabe tudo”.

Outro problema é o “faz de conta”, todo mundo faz de conta que entendeu, que sabe...e vai se levando. O tempo passa e todos nós ficamos vivendo no faz de conta.

Eu não consigo me conformar, eu sou uma eterna revoltada comigo mesma. E aprendi dando aula, a ser sincera comigo e com meus alunos. Os alunos acham “engraçado”, falam “ professora como você é engraçada”.

Eu gosto muito de observar, meus alunos ,colegas e principalmente as pessoas no coletivo urbano. Fiz um trabalho de observação na escola. Pedi para que meus alunos observassem as pessoa no coletivo urbano, a aprendizagem através da observação é fantástica e o sentimento que a mesma causa.


Marise von Frühauf Hublard


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